RELATO DE PARTO(S) DE LÍVIA ALBUQUERQUE – O NASCIMENTO DA ELIS

Equipe: EO Lissandra, GO Carolina Amorim (Nascentia)
Doula: Adele Valarini 
Foto: Amanda Franco

Este relato é mais que um relato, é catarse e também um textão. Faz parte de um processo maior de aceitação: aceitação das coisas como elas são e foram, e, mais do que tudo, da nossa incapacidade de controlar aquilo que não depende de nós.


Minha gestação foi planejada e desejada. Desde o início comecei a me informar e a planejar o tão esperado momento do parto. Eu e Roney decidimos ter nossa bebê em casa, de parto natural, tanto pelos benefícios para nós duas, como pela segurança que ter nossa Elis em casa, com uma equipe nota mil, nos proporcionaria.

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Formamos nossa equipe de suporte ao parto, composta por Enfermeira Obstétrica, Doula, Obstetra (para acompanhar o pré-natal e uma possível necessidade de transferência hospitalar intraparto), Fotógrafa de Parto, e Família (minha irmã Mariana e cunhada Oriana). Participamos de rodas, cursos, nos informamos bastante sobre todo esse universo de gestar, parir e maternar e nos preparamos não só para o parto, mas para o puerpério também, organizando uma rede de apoio pra esse momento tão especial. Durante toda a gestação eu sonhei. Sonhei todos os dias com o momento de conhecer a minha Elis.

Assistia a vídeos de partos domiciliares, lia relatos e relatos, me emocionava com todos eles e chorava pensando no meu. A gestação foi fantástica: amei cada semana, namorei minha barriga, registrei cada momento, cuidei de mim e não senti absolutamente nada: nenhum desconforto, nenhuma dor, do início ao fim da gestação. Tudo transcorreu perfeitamente bem. Me sentia radiante e feliz.

No dia 29/04/18, às 40 semanas e 2 dias comecei a sentir cólicas e sabia que o momento que tanto esperei estava próximo. Era um domingo. À noite, o tampão saiu, e, preocupada com o racionamento de água, achei que era bom deixar a piscina cheia, caso o parto ocorresse no dia seguinte.

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Eu e Roney organizamos tudo. Enchemos a piscina, descobrimos horas depois que ela estava furada esvaziamos a piscina no balde, e nos preparamos para dormir. Só que não! Por volta das 22:00, as cólicas começaram a ficar mais fortes e eu não consegui dormir. A cada 8-10 minutos sentia contrações com duração de aproximadamente 30-40 segundos, de intensidade leve, mas bem incômodas. E assim passei grande parte da madrugada. Consegui dormir um pouco, pois sabia que era preciso descansar naquele momento.

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A partir das 4h as contrações ficaram mais doloridas e não dava mais pra descansar. Comecei a vocalizar a cada contração para lidar melhor com a dor, e, ao me ouvir, Roney veio ficar comigo. Contatei a Lis (EO) e, por volta das 7h, fizemos a primeira avaliação: colo quase todo apagado e 1,5 cm de dilatação. Ela nos orientou a descansar até que as contrações ficassem mais intensas, em intervalos de 5 min. Durante o dia, o restante da equipe foi chegando: Mariana, Adele (doula), Amanda (fotografia) e Oriana (cunhada) e nós estávamos bem, aproveitando de fato aquele momento. Fizemos exercícios, caminhamos na quadra, cantamos, dançamos, rimos.

Quando as contrações ficaram mais fortes e menos espaçadas, fizemos uma nova avaliação: estava com 2cm e colo totalmente apagado. Eram mais ou menos 15-16h. Começamos a fazer alguns exercícios porque a fase latente se estendia além do normal e eu apresentava pouca dilatação. Elis ainda não havia encontrado uma posição para descer e efetivar a dilatação.

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As contrações foram ficando mais intensas, ocorriam a cada 3-5 minutos, duravam 50-60s, e entre uma e outra, eu tremia, me sentia fora de mim. Acreditamos que a fase ativa enfim havia chegado. Fui para o chuveiro onde fiquei por mais de uma hora. A água quente aliviava muito a dor. Ao sair do chuveiro, reavaliamos a situação: 3cm, Elis ainda alta, girando e girando aqui dentro, tentando encontrar um meio de descer, e padrão preocupante – contrações típicas de fase ativa em plena fase latente.

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Começamos a pensar em uma solução, pois não era desejável cansar a musculatura uterina com contrações desse tipo pra um momento que não requeria tanto esforço do útero. Assim, por volta de 19h, fui para a banheira com o objetivo de relaxar a musculatura e ajudar Elis a se movimentar. Por volta das 21h, reavaliamos a situação – estava com 4 cm, Elis permanecia alta e as dores estavam ficando mais intensas. Voltei para a banheira, mas fiquei lá por pouco tempo. A Dra. Carolina (GO) sugeriu que eu analgesia via oral (buscoduo), como o objetivo de descansar tanto a musculatura, como a equipe, e ver se o trabalho de parto engrenava um pouco depois. Fui deitar para descansar, aquecida, com bolsas nas costas e barriga, mas o remédio não teve o efeito que esperávamos. As contrações ficaram mais fortes e intensas. Resolvemos voltar para a banheira, na esperança de relaxar e esperar a Elis descer só um pouquinho, o suficiente pra podermos romper a bolsa e ver se a dilatação progredia mais rápido. Caso contrário, deveríamos reavaliar o parto domiciliar e pensar na possibilidade de irmos para o hospital tentar o plano B (parto normal hospitalar). Nessa hora, todos estavam muito cansados.

Dei um descanso pro Roney e entrei na banheira com minha irmã. Ficamos algumas horas lá dentro. O efeito era ótimo.

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Aliviava bastante as dores, consegui inclusive apagar entre as contrações. Por volta de 1h da manhã, já do dia 01/05, Mari foi dormir e eu fiquei sozinha na banheira. Às 2h já estava cansada e a água perdia seu efeito analgésico de antes. Fizemos nova avaliação, mas continuávamos nos 4cm, sem possibilidade de romper a bolsa.

Nessa hora, decidimos ir para o hospital e seguir o plano B. Foi um grande balde de água fria. 31947822_10204402234052538_842946529374240768_oPor mais que essa possibilidade tivesse sido contemplada em nosso plano de parto, eu nunca acreditei que isso fosse acontecer, tanto que havia feito uma mala de maternidade muito mal feita e saí catando um monte de coisas na hora para levar. Não imaginava que meu parto não terminaria em casa. Foi uma injeção de adrenalina que até interrompeu as contrações. Chegamos na maternidade por volta de 3h. A Dra. Carolina nos aguardava, deu entrada na papelada e foi me avaliar. Já estava triste e insegura, acreditando que nem o parto normal seria possível. Perdi a fé no meu corpo. Mas, para a surpresa de todos, eu estava com 5cm, Elis havia descido um pouco, e pudemos romper a bolsa. Nessa hora cheguei a 7cm de dilatação. Já estávamos há 29 horas nesse processo todo, eu estava cansada, mas aquela notícia me encheu de ânimo. Fomos para a sala de parto humanizado, e encarei ali a fase de transição. Não sei de onde tirei forças. Fiquei fora de mim. Era uma contração atrás da outra, sem descanso. Já não tinha mais noção de tempo. Sentei na bola e de lá não saí mais. Depois de 3h nesse processo, resolvemos reavaliar. A progressão foi pequena, dilatei apenas 1cm – estava então com 8cm. Elis ainda não havia chegado no grau zero da pelve, encontrava dificuldades para se posicionar. Foi outro balde de água fria. Estava extremamente cansada. A Carol sugeriu fazermos spinning babies, mas eu não conseguia me movimentar com tanta dor. Assim, optamos pela analgesia, para descansar uns 30 minutos e começar os exercícios. E assim fizemos. Depois de todos os exercícios, a anestesia começava a perder o efeito e a ocitocina na veia mostrava a sua cara. Precisei de coragem pra prosseguir. Estava com 9cm, havia evoluído um pouco, mas nada de Elis encaixar. Começamos a tentar os puxos dirigidos. A cada contração, toques para tentar posicionar Elis e força, muita força. Fizemos isso por 2 horas aproximadamente. Ao final do processo, atingimos os 10cm mas Elis continuava lá no alto! Tentamos então um pouco mais de analgesia para pegarmos pesado nos spinning babies e nos puxos. Enquanto a anestesia fez efeito fiz toda a força do mundo. Nessa hora Elis chegou ao nível zero! Ficamos todos empolgados. Acreditei mais uma vez que o parto normal seria possível e reuni todas as forças para que ele acontecesse. Importante registrar que Elis era monitorada o tempo todo e que seguimos tentando tudo o que podíamos porque ela estava bem e eu ainda conseguia tentar.
Essa fase dos puxos foi extremamente difícil e dolorida, pois era preciso fazer muita força nas contrações, com a intervenção dos toques, em todas as posições possíveis e imagináveis que pudessem ajudar no posicionamento da Elis. Fiz muita força, muita força, mas não funcionava. A anestesia já começava a perder o efeito e eu não me sentia mais capaz de seguir adiante. Pedi por mais, mas não era possível. Eu deveria seguir adiante sem a analgesia. Tentamos tudo enquanto pude: novas posições para os puxos, novos estímulos, novos exercícios. Vivia uma sucessão de esperança seguida de decepção, seguida de medo, seguida de esperança e o ciclo ia se repetindo. Já não conseguia mais tolerar tanta dor, não conseguia mais aguentar outro toque, outro puxo, outra força, outra notícia motivadora seguida de outro balde de água fria. Por outro lado, não tinha coragem de encarar o meu maior medo: a cirurgia. Elis estava bem. Decidimos fazer outro toque pra pensar melhor. Mas não conseguia mais suportar tanta dor. Durante o toque veio a contração e me desesperei. Gritei. Cansei. Desisti. Não dava mais pra continuar tentando. Não conseguia suportar outro toque, outro puxo, outra contração, outro minuto ou segundo com aquela dor. Nessa hora a Carol me disse que ela continuava na posição zero. Não havia descido nada. Me disse que ela estava bem, que poderíamos continuar tentando se eu desejasse. Mas que não poderia me garantir que daria certo. Ela havia se posicionado na pelve com a cabeça de lado. A descida nessas condições poderia demorar muito e não havia garantias de que ela se manteria bem até que conseguisse passar, caso isso demorasse, nem mesmo se passaria daquele ponto. Diante disso, desisti. Não conseguia mais. Já era 12:00 do dia 01/05. 38 horas tentando. Desabei. Comecei a chorar. Entrei em pânico. Teria de encarar um medo maior. Ali eu percebi que estava cercada da melhor equipe que poderia ter. Todas as pessoas ali presentes tiveram um papel especial e importante. Ficaram o tempo todo ao meu lado, me incentivando. Fizeram todo o possível para me ajudar a tentar. E me apoiaram imensamente quando eu não podia mais. E assim, fui pra sala de cirurgia. Entrei em total desespero naquele lugar. Meu marido só pode entrar após a anestesia. A Adele não saiu do meu lado, nem mesmo quando lhe disseram que ela deveria esperar lá fora com ele. Sua presença ali foi essencial. Eu estava com medo. Eu estava acabada. Exausta. Apavorada. E de repente, na hora da anestesia, algo aconteceu. Eu não sentia meu braços, não conseguia enxergar direito, não conseguia sentir que respirava, perdia a voz devagar… entrei em desespero. Pedi por socorro. Ninguém ouvia. Só Adele, atenta a mim, percebeu que eu estava enfrentando algum tipo de crise de pânico e pediu ajuda.
O anestesista veio me dizer que eu estava bem, estava sendo monitorada, que estava respirando e que ia passar, mas eu não conseguia sentir nada disso. Parecia que ia morrer. Eu não sentia minha respiração. Eu pedia socorro e minha voz não saía. Fechei os olhos em desespero total e comecei a rezar. Acredito que perdi os sentidos entre esse momento de desespero e aquele em que ela finalmente chegou. Às 12:16 do dia 01/05/18, eu ouvia a equipe anunciar sua chegada, mas não conseguia focar. Olhava e não via. Lembro-me de terem colocado ela do meu lado, de sentir seu rosto quente e seu cheiro, mas não conseguia ver. Ouvia a emoção do meu marido, mas não conseguia encontrar os olhos dele.

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Não conseguia participar daquele momento tão esperado. Depois ouvia meu marido me chamando pra mostrar Elis enquanto ela era examinada, mas eu não conseguia ver. Na sala de recuperação comecei a me sentir melhor. Mas meu corpo tremia, não conseguia interagir com minha família ainda. Não conseguia processar o que tinha acabado de acontecer. Eu estava exausta, tinha sede, estava suja, só queria ir pro quarto, tomar um banho e beber água, mas isso não era possível. Só pude beber água após ser liberada para comer, o que ocorreu às 18h. Só pude tomar banho depois disso, e quando as enfermeiras estavam disponíveis, o que ocorreu às 21h. O dia todo foi extremamente difícil.

À medida que o efeito da anestesia passava eu ia percebendo a dimensão das dores que sentia, tanto fisica como e emocionalmente. Apenas na madrugada consegui me conectar com minha bebê, grudar ela no meu peito, sentir seu cheiro, olhar cada detalhe dela. Apenas nessa hora comecei a me sentir melhor a me sentir mãe. Aquele cheirinho da cabeça dela foi (e até hoje é) extremamente poderoso. O pós-operatório foi muito difícil. Além de ter passado por tanta decepção depois de tanta esperança, de ter vivenciado a cirurgia da forma mais traumática possível, de ter perdido aquele parto com o qual tinha sonhado, principalmente o momento da chegada da Elis, eu precisava encarar outra coisa difícil pra mim – o fato de estar totalmente dependente de outra pessoa pra fazer as coisas mais simples. Eu sentia muita dor. Eu não conseguia cuidar da minha bebê sem ajuda. Eu não conseguia cuidar de mim sem ajuda. Eu tinha necessidade de falar sobre o que aconteceu, sobre a frustração, sobre a tristeza. Mas é difícil para as pessoas ouvirem isso, pois o que se espera de uma mãe que da à luz a menina da boca mais linda, saudável e gostosa é apenas gratidão e amor. Ninguém consegue legitimar sentimentos diferentes e pesados.

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Mas além de sentir todo amor do mundo e de estar imensamente feliz descobrindo a maternidade, eu também estava frustrada. Triste. Exausta. Impaciente. E precisava falar sobre isso sem que as pessoas tentassem me consolar com aquele discurso de que o importante é que não aconteceu algo pior. Claro que isso era importante. Não só importante. O bem estar da Elis em todo o processo sempre foi prioridade. Se passamos por tudo o que passamos, pelo tempo que durou foi porque ela e eu estávamos bem. E o fato de isso ser prioridade, e de ela estar aqui, linda nos nossos braços, não exclui todas as outras emoções envolvidas no processo, emoções com as quais temos que lidar. É saudável. É legítimo. Ontem recebi a visita das enfermeiras da equipe responsáveis pelo pós-parto. Pela primeira vez pude contar toda a história e ser ouvida, ser ouvida em relação ao que não é flores nela. E isso me fez muito bem. Esse relato é também uma forma de deixar passar o luto. O luto da expectativa construída ao longo de 40 semanas e 4 dias. A expectativa de receber Elis na nossa casa, de compartilhar com o meu marido e com nossa família a emoção de vê-la pela primeira vez, de passar a primeira hora de vida dela com ela grudadinha em mim, de estar bem para cuidar dela. Perder isso doeu.

Doeu demais não estar presente nessa hora, mas estar em algum lugar à beira do desespero total. Doeu deixar a maternidade e voltar pra realidade. Uma realidade para a qual não tinha me preparado. Me preparei para um puerpério no qual eu estivesse em condições de fazer tudo, e me deparei com a dependência total e com a dor. Doeu ver os registros daquele dia, repassar tudo na minha cabeça. Mas a cada dia dói menos. Ter Elis comigo aqui, dormindo toda noite no meu peito cura. Me faz FElis. Me faz bem. E agora, eu começo a perceber que eu perdi apenas um momento de todo o processo, o momento do expulsivo. Todo o resto eu vivi. Eu vejo as fotos e vídeos que todo mundo ia fazendo ao longo do trabalho de parto, tanto em casa quanto no hospital (louca pra ver as fotos oficiais!), e percebo que eu vivi tudo aquilo. Que toda a equipe viveu. Que nós dançamos, rimos, que sentimos dor, que fomos consolados, que batalhamos, mas que Elis chegou por outra via apenas.

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Eu tive meu parto como ele tinha que ser. Elis está colhendo todos os benefícios desse processo e isso me deixa imensamente tranqüila. E eu percebo que saí de tudo isso muito mais forte, pois aprendi que embora eu não possa controlar tudo, isso não é motivo pra não viver aquilo sobre o que não tenho controle; aprendi que sou forte demais, e que não há nada que eu não consiga enfrentar; aprendi que com as pessoas certas ao nosso lado a gente é capaz de tudo; comecei a admirar muito mais meu marido por toda a força e apoio, antes, durante e depois de tudo; e estou aprendendo o quão gostoso é ser mãe de uma bebê tão doce e tranqüila, que tá cheia de saúde e mamando super bem em grande parte por tudo o que passamos juntas naqueles dias; estou imensamente feliz porque tudo o que aconteceu me fortaleceu como mulher, como mãe, fortaleceu o Roney como pai e marido, a Elis como filha, e nós três como família. Ter ouvido ontem que meu relato tinha frustração e tristeza, mas que minha casa transbordava amor e felicidade teve um efeito muito bom dentro de mim.

Porque de fato estou vivendo um momento muito legal com minha família, aprendendo a cada desafio. E a felicidade está se sobressaindo a todas as outras emoções difíceis que estão à flor da pele. A cada dia que passa vou deixando passar o que não aconteceu. A cada dor que vem a cada mínimo movimento que faço eu vou deixando de lamentar e de questionar o parto normal que eu não tive. A cada dia que passa me sinto melhor e mais feliz.

Quero expressar o meu amor e minha gratidão por toda a equipe, tanto pelas profissionais, como pela família a amigos que, mesmo não estando presentes, mandaram suas vibrações pra nós. Adele, sua energia é show! Você é foda! Ficou o tempo todo incansável comigo e foi a luz que precisava no momento mais difícil de todos, a hora da cirurgia. Carol, você foi sensacional, embora não imaginasse que fosse ter você comigo naquele momento, sua presença e condução de tudo me deixou muito segura. Obrigada por respeitar minha vontade, e ter tentado de tudo enquanto eu e Elis podíamos. Amanda, você é demais. Energia super linda, registrou

momentos lindos e de quebra ainda expressou seu lado doula, me dando ombro e apoio durante e depois de tudo.

Lissandra, sua tranquilidade e sua postura sempre me passaram a segurança e a confiança que eu precisava para sonhar e tentar meu parto domiciliar. Você foi fundamental em cada tomada de decisão. Mari e Ori, obrigada pelo amor e pelo apoio, pela presença constante a cada minuto da etapa domiciliar. Amo vocês. Roney, eu nunca me senti despreparada porque sempre contei com seu apoio, desde o início. Já passamos por tanta coisa juntos, e ter vivido tudo isso com vc ao meu lado, e estar hoje vendo sua dedicação, amor e cuidado comigo e com nossa filha fortalece meu amor e admiração por vc.

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Um comentário sobre “RELATO DE PARTO(S) DE LÍVIA ALBUQUERQUE – O NASCIMENTO DA ELIS

  1. Carla Rabello disse:

    Lívia, quanta emoção nesse relato! não tenho dúvida do quanto deve ter sido difícil e o quanto os sentimentos devem estar bagunçados! Um abraço apertado e muito amor e sabedoria pra, aos poucos, entender o que precisou viver! vc é forte e guerreira! muito orgulho! parabéns! beijo grande

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